sexta-feira, 19 de maio de 2017

fragmentos

A crítica do presente distingue a sociedade contemporânea, das sociedades tradicionais. A ordem dada não é natural. Ela pode ser o resultado histórico de injustiças ou a precariedade, a realidade provisória tendente à obsolescência. Mas a crítica é fragmentada e o presente, seja ela o que for, é a tensão entre os fragmentos. Contraditoriamente, o presente, precário ou injusto, ganha força pela impossibilidade de uma oposição total, por não existirem totais.

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