segunda-feira, 8 de maio de 2017

arte

A arte viveu - e, provavelmente, não mais vive - um tempo de transbordamento de razões, nas últimas décadas. Os motivos da arte foram os motivos dos novos tempos. Habermas escreve, em "O Discurso Filosófico da Modernidade", que "é no domínio da crítica estética que, pela primeira vez, se toma consciência do problema de uma fundamentação da modernidade a partir de si mesma". A arte se fragmenta, busca sua própria obsolescência e substitui a virtuosidade pela ruptura.

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