quinta-feira, 27 de abril de 2017

lembra?

Antes, as pessoas discutiam um aspecto geracional das constituições. Como permitir que a geração do constituinte vincule as gerações futuras? Era o problema dos mortos controlarem o futuro. Agora existe uma briga pelo passado. O jurídico quer controlar o acontecido. Daí termos, para cada gaveta, conforme cada arrumador, pretensões de direito ao esquecimento e de direito à memória.

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